terça-feira, 5 de junho de 2012

A História


                                                                   
As primeiras medidas para transformar no que é hoje Feira de Santana, começaram com a criação da vila em 13 de novembro de 1832. O Município e a Vila foram criados no dia 9 de maio de 1833, com a denominação de Villa do Arraial de Feira de Sant’Anna, com o território desmembrado de Cachoeira, constituídas pelas freguesias de São José das Itapororocas (sede), Sagrado Coração de Jesus do Perdão e Santana do Camisão, atual município de Ipirá.

A instalação do Município ocorreu em 18 de setembro do mesmo ano, quando foram empossados os primeiros vereadores: capitão Manoel da Paixão Bacellar e Castro - primeiro presidente, reverendos Luiz José Antônio Manoel Vitorino e Antônio Manoel Paulino Nascimento, capitão Joaquim José Pedreira Mangabeira e Joaquim Caribé Meretova. O primeiro intendente, a partir da Proclamação da República, foi Joaquim de Melo Sampaio.

A lei provincial nº 1.320, de 16 de junho de 1873, elevou a vila à categoria de cidade. A partir daí, passou a ser chamada de Cidade Commercial de Feira de Santana. Os decretos estaduais 7.455 e 7.479, de 23 de junho e 8 de agosto de 1931, respectivamente, simplificaram o nome para Feira. O decreto estadual nº 11.089, de 30 de novembro de 1938, oficializou a denominação do município: Feira de Santana.





ASPECTOS GERAIS

População :
584.497 habitantes (Censo de julho de 2006)

Localização :
Zona de planície entre o Recôncavo e os tabuleiros semi-áridos do nordeste baiano.

Extensão :
1.344 km2 (sede municipal, 111 km2 )

Limites :
* Norte - Santa Bárbara e Santanópolis
* Sul - Antônio Cardoso e São Gonçalo dos Campos
* Leste - Coração de Maria
* Oeste - Anguera e Serra Preta

Distância :
108 km em relação à capital

Altitude :
324 metros acima do nível do mar (referência, Igreja Senhor dos Passos)

Clima :
Quente e Úmido

Distritos :
Bonfim de Feira, Governador João Durval Carneiro, Humildes, Jaguara, Jaíba, Maria Quitéria, Matinha e Tiquaruçu.




Hino de Feira de Santana


Salve ó terra formosa e bendita
Paraíso com o nome de Feira
Toda cheia de graça infinita
És do norte a princesa altaneira
Bem nascida entre verdes colinas
Sob o encanto de um céu azulado
Ao estranho tu sempre dominas
Com o poder do teu clima sagrado
Sorridente como uma criança
Descuidosa da sua beleza
Do futuro és a linda esperança
Terra moça de sã natureza
Poetisa do branco luar
Pelas noites vazias de agosto
Fiandeira que vive a fiar
A toalha de luz de sol posto
De Santana és a filha querida
Noite e dia por ela velada
E o teu povo tão cheio de vida
Só trabalha por ver-te elevada



Mercado de Arte Popular

Criado como Mercado Municipal em 1914 pelo coronel Bernardino da Silva Bahia, com uma arquitetura neoclássica, abrigou por décadas o comércio de secos e molhados e principal ponto da grande feira de gado que acontecia todos os sábados e segundas-feiras, reunindo os caboclos do sertão que negociavam os produtos nordestinos. Em 1976, quando Feira de Santana inaugurou seu novo entreposto comercial, o Centro de Abastecimento, o Mercado Municipal foi fechado.
Em 1980, no governo do prefeito Colbert Martins da Silva, o Mercado Municipal sofreu uma reforma, mantendo a sua fachada arquitetônica, e foi transformado em espaço comercial e de cultura popular, de culinária colorida e saborosa, abrigando também um artesanato rico, ponto de encontro e apresentação de cordelistas e repentistas, além de outros produtos regionais e passou a se chamar Mercado de Arte Popular.
O prédio foi tombado em 1992 pelo IPAC e mais uma vez reformado. A reforma foi realizada pelo Governo do estado, tendo como governador César Borges, e graças a sensibilidade do senador Antônio Carlos Magalhães recebeu novo interior, novas estruturas para o comércio dos artesãos, palco de entretenimento, onde os artistas apresentam os seus trabalhos, na música, na poesia e nas artes dramáticas.
No Mercado de Arte Popular você encontra esculturas, bijuterias, bordados, vestuário, artesanato em couro e palha, comidas típicas e outros itens da vida nordestina. O Mercado de Arte Popular é hoje um espaço amplo para os visitantes que desejam conhecer a terra e a gente da Princesa do Sertão.
 











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